terça-feira, 26 de novembro de 2013
FESTA PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS DO NEJA 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO - NEJA
NEJA - Núcleo de
Educação de Jovens e Adultos
Francisco Ribeiro
da Costa
Rua: Pedro Gomes
de Araújo, 206.
Quixelô - Ceará
PROJETO
POLÍTICO PEDAGÓGICO
1. APRESENTAÇÃO
A Educação
de Jovens e Adultos que após a segunda guerra, passou a ganhar certa prioridade
em meio ás preocupações brasileira. Houve uma campanha lançada logo em 1947,
que agregou novos pontos de vista á reflexão sobre o analfabetismo no Brasil.
Essa campanha procurou sensibilizar as pessoas, inclusive a desfazer o
preconceito então existente sobre os adultos analfabetos e ainda procurou ao
mesmo tempo valorizar as capacidades que os mesmos possuíam. Já na década de
1960, Paulo Freire inspirou os principais programas de alfabetização e educação
popular. O analfabetismo deixou de ser visto como causas da pobreza e da
marginalidade dos cidadãos e, rompendo os paradigmas, passou a ser encarado
como o resultado da situação da pobreza gerada pela sociedade.
Com isso, Paulo Freire criou uma proposta
de alfabetização de adultos que beneficiou o conhecimento intrínseco dos
adultos analfabetos, onde a premissa básica era “A leitura do mundo precede a
leitura da palavra”, objetivando, com isso proporcionar ao educando a
participar ativamente do processo de sua aprendizagem.
As discursões têm continuado e muitos
projetos têm sido desenvolvidos ao longo dos anos subsequentes, e o desafio
continua, em prosseguir nesse processo de dar uma educação de qualidade com foco no ensino e integrar esse ensino a
vida dos educandos.
Apresentamos o Projeto Político Pedagógico documento que foi construído coletivamente a partir da efetiva participação de
representação de alunos, pais, conselho Tutelar, religiosos, lideranças
comunitárias, técnico da Secretaria Municipal da Educação do Município e todos
os funcionários desta escola.
Neste
documento estão expressos: nossos anseios, reflexões, avanços e dificuldades, que
pretendemos desenvolver no período de 2013 a 2015 aproximadamente, em que será
revisto novamente o PPP.
Queremos salientar que embora a Educação esteja estabelecida na LDB 9394/96
em seus artigos 12 e 13 são, antes de tudo, uma necessidade da comunidade
escolar em querer trabalhar partindo de
sua realidade, traçando um planejamento que represente suas reais necessidades
e interesses.
È importante mencionar que os princípios básicos da nossa proposta
de trabalho, está pautados no
conhecimento, na ética, reflexão e ação numa visão da totalidade que integre
todas as dimensões do ser humano. Primar pela qualidade, gestão democrática,
liberdade, valorização do magistério e Igualdade no sentido de garantir aos
alunos não só o acesso a escola, mas, a permanência e o sucesso.
1.1.
IDENTIFICAÇÃO
DA ESCOLA
NEJA - Núcleo
de Educação de Jovens e Adultos - Francisco Ribeiro da Costa.
Endereço: Rua
Pedro Gomes de Araújo, 206.
Contatos:
(88) 35791178
Entidade mantenedora:
Secretaria Municipal da Educação de Quixelô/PDDE.
Modalidades de Ensino:
Educação de Jovens e Adultos - Ensino Presencial Fundamental 1º segmento (1º ao
5º ano) e 2º segmentos (6º ao 9º ano); E Ensino Semipresencial Fundamental e
Médio.
1.2 Espaço
físico/ Equipamentos:
O Núcleo de Educação de Jovens e
Adultos está localizado no centro da
cidade, cuja população pertence a classe média/baixa, é um bairro relativamente
pequeno, é uma rua mais residencial, sem grande expressão no setor comercial, e
outros setores da economia, nele se encontram a Prefeitura Municipal,
Secretaria de Obra e Estrutura, caixa avançado Banco do Brasil, Correios,
funciona também no núcleo, vários cursos
de nível superior de iniciativa privadas, geograficamente conta com uma latitude de 6.2531118849773 e longitude de
39.199560794156. O mesmo foi inaugurado em
05 de novembro 2001, sua estrutura física é constituída de duas
amplas salas de aula, uma sala dos professores, uma cantina, recepção,
secretaria e diretoria, 02 banheiros feminino, 02 masculino e um pátio. Convêm
explicitar que a referida escola esta bem conservada, muito bem cuidada, todos com
dependências e vias de acesso adequado aos alunos com deficiências ou
mobilidades reduzidas, e os espaços físicos
estão equipados com ventiladores e equipamentos necessários para o bom
funcionam das ações.
Apesar da escola, ter uma
excelente infraestrutura, o número de sala
ainda é insuficiente, pois temos 17
turmas do ensino fundamental na etapa presencial funcionando fora do
estabelecimento, este publico é da zona rural do município.
Quanto aos equipamentos temos carteiras, em bom estado de conservação e
suficiente para atender nossa clientela, bebedouro, computadores, armários,
cadeiras, máquinas impressoras e jogos
educativos que são utilizados para facilitar o ensino/aprendizagem, assim como o
serviço de internet que oportuniza aos
nossos alunos a conhecerem o mundo virtual e ampliar seus conhecimentos.
A escola sempre esta
preparada para acolher bem os alunos, a estrutura física, assim como sua
organização, manutenção e segurança, tem sido uma constante busca de melhorias
para oferecer um espaço educativo adequado, fazendo com que os alunos possam
sentir-se confortáveis e ao mesmo tempo consigam reconhecê-lo como um lugar que
lhes pertence.
1.3 Recursos Didáticos /humanos
Os recursos didáticos são
as ferramentas utilizadas pelo professor para facilitar o processo
ensino-aprendizagem, a sua utilização adequadamente tem um poder grandioso, em
despertar e estimular os mecanismos sensoriais, principalmente os audiovisuais,
que faz com que o aluno desenvolva sua criatividade tornando-se ativamente
participante da construção cognitiva.
A utilização de recursos didáticos
consiste em uma mudança que abrange desde o próprio uso como também a postura
do professor em abandonar práticas tradicionais que não se enquadram nos novos
padrões educacionais. O mais importante
é o professor saber fazer a relação de interação recíproca com o aluno na
construção do conhecimento, ou seja, é o meio para se chegar a um fim. Dessa
forma, quanto maior a diversidade de recursos, melhor é a aprendizagem. No
mundo globalizado, já não é possível se caminhar sem o uso das novas
tecnologias de informação e comunicação, a comunidade escolar já percebe a
importância do uso das tecnologias como ferramenta didático-pedagógica na
educação, e como instrumento de mudanças no processo de ensino e aprendizagem.
O espaço escolar deve ser visto
como um espaço de constantes mudanças, sabemos que as escolas apresentam
algumas limitações, no entanto o professor tem um papel muito importante atuando como mediador incluindo
o aluno de forma participativa, a interagir, positivamente na construção do
conhecimento.
Dentre os recursos tecnológicos mais
avançados, está o computador com todas as suas potencialidades, inclusive a
internet que é a mais complexa fonte de pesquisa, disponível e tem que ser utilizado de forma eficaz e
prazerosa, porque eles podem contribuir para o desenvolvimento do educando
preparando-o para o exercício da cidadania e para o mercado de trabalho.
A escola
é bem servida de materiais didáticos que conta com exemplares entre livros
didáticos, paradidáticos, literários, atlas, mapas geográficos, dicionários, como também, é equipada
com 03 (três) computadores, serviço
de internet e professor competente para ministrar aulas de leitura. Além dos
materiais permanentes citados, a escola conta com verbas do PDDE e recursos próprios
da Prefeitura Municipal e algumas parcerias.
1.3.1 Recursos humanos: Cargos, funções,
habilitações:
Os
recursos humanos são formados por núcleo gestor, professores, funcionários e
comunidade escolar, que vem desenvolvendo um ensino aprendizagem de forma
participativa, comprometida com a aprendizagem, onde todos desenvolvem seu
trabalho com bom relacionamento, respeito mútuo, com os mesmos objetivos.
1.3.2 Núcleo Gestor
·
Diretor: Maria Soares
Araújo Lucena - Efetiva-Nível Superior;
·
Coordenadora
Pedagógica: Aurissangela Almino de Lucena Melo – Efetiva-Nível
Superior
·
Secretário
Escolar: Martinez Ferreira de Lima – Efetivo-Nível Superior.
·
Auxiliar
Administrativo: Régia Cristina Vieira Nascimento – Efetiva-Nível
Superior;
1.3 .3 Auxiliar
de serviços gerais:
·
Alexandra Ricarte de Araújo – Efetiva - Ens.
Fundamental incompleto;
·
Francisca Ivone Alves de Abreu- Efetiva - Ens.
Fundamental incompleto;
·
Margarida Paulino da Silva – Efetiva - Ensino Médio
·
Maria Gomes da Silva Ribeiro – Efetiva - Ens.
Fundamental incompleto;
1.3 4 .Corpo
Docente:
ü Professora de Sala de Multimeios:
·
Cristiana Vieira de Araújo - Efetiva-Nível
Superior;
Semipresencial-Ensino fundamental/médio
ü Língua Portuguesa/artes:
·
Maria José da Silva - Efetiva-Nível Superior;
·
Maria de Fátima Lima Gomes Rodrigues -
Efetiva-Nível Superior;
ü Língua Inglesa:
·
Maria Weranice Alves da Silva - Efetiva-Nível
Superior
ü Matemática/ Biologia/ Física e Química:
·
Fabiano Freitas Lopes - Efetivo-Nível Superior
·
Francisco Roberto Viana - Efetivo -Nível Superior
ü Geografia/História:
·
Ricardo Róger Araújo da Silva - Efetivo-Nível
Superior
ü Ciências:
·
Francisca Selma de Jesus - Efetiva-Nível Superior
ü Professores Polivalentes – presencial- zona rural e
urbana:
·
Iranir Altina de Lima - Efetiva-Nível Superior
·
Edna Anastácia Alves de Lima - Efetiva-Nível
Superior
·
Fabiano Freitas Lopes - Efetivo-Nível Superior
·
Cassia Taline Vieira Silva - Ensino Médio
·
Gislania Bezerra de Barros - Fund. Completo.
·
Raimundo Nonato Alves de Lima - Ensino Médio
·
Cosmo Alves de Sousa – Nível Superior
·
José Peixoto Severo - Ensino Médio
·
Maria Verislândia Macedo - Ensino Médio
·
Gane de Sousa Livino – Ens. Médio Magistério.
·
Mara Marleide Silva – Nível Superior
·
Maria Bezerra Araújo – Ens. Médio Magistério.
·
Valdenisse Felipe da Silva – Nível Superior
·
Aparecida Mesquita Almeida - Ensino Médio
·
Josefa Gecineuda Alves do Carmo - Ensino Médio
·
Luiza Gomes de Araújo - Nível Superior
·
Francisco Tavares Filho - Nível Superior
·
Maria Dorismar Gomes - Ens. Médio Magistério.
·
Maria Hoderlania da Silva- Nível Superior
·
Luciana Queiróz - Ensino Médio
·
Francieudo Alves da Silva - Ensino Médio
2.
CONTEXTUALIZAÇÃO
E CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
2.1 Breve
histórico do núcleo de educação de Jovens e Adultos
Resgate
da trajetória da instituição:
No ano de 1997 foi implantado
o Centro de Estudos Supletivos-CES, antigo Supletivo que funcionava em uma casa
adaptada. Inicialmente foi criado um curso especial (“agora eu sei/Logus II
semipresencial), para atender 80% aos professores da rede municipal de ensino
que estavam em regência de classe e não tinham concluído todas as etapas do
ensino fundamental e/ou médio, foi um período de muita movimentação, pois além
dos estudos em domicilio ainda acontecia os encontros pedagógicos, oficinas,
aulas para tirar dúvidas com professores habilitados que acompanhavam os
referidos cursos, para obter o título, os professores cursistas precisavam realizar também, 500 horas de estágio
supervisionado que compreendia sessões de estudos, treinamentos de microensino
e encontros pedagógicos; Tinha um total de 204 módulos, que deviam ser
completados em 28/30 meses (em média 7 módulos por mês), cada módulo consistia
em fascículos de 20/40 páginas abrangendo disciplinas de educação geral ou formação
especial como sociologia educacional, didática geral, história da educação,
entre outras.
No período de 1999 a 2000
funcionou PROFORMAÇÃO (Programa de formação de professores em exercício), do
qual objetivo era habilitar os professores na área do magistério em (nível
médio), funcionando a distancia, curso de duração de dois anos..
Suplência em 2001, alunos reprovados na
escola regular nas series 8ª serie |(fundamental) e 3º ano (médio) de acordo
com interesses poderiam pagar as disciplinas reprovadas aqui no NEJA, ou seja,
relativa à reposição de escolaridade.
A partir de 2004 foi
implantada a circularidade de estudos
e aproveitamento. Este procedimento foi adotado para o 9º e 3º ano do
ensino fundamental/médio, em algumas escolas é igualmente adotado para qualquer
série ou nível de ensino de acordo com o
(Parecer CEE Nº 087/2004).
Em 2005 ampliou-se o ensino supletivo presencial do ensino fundamental,
tanto na zona rural como urbana, com o objetivo de Assegurar, gratuitamente, aos Jovens e
Adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades
educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus
interesses, condições de vida e de trabalho.
Tivemos
também, nesse mesmo ano, a implantação do PROFA (Formação continuada para professores de 1ª a 4ª série) com
meta principal aprimorar o ensino aprendizagem nas series iniciais.
O ENCEJA que aconteceu no
período de 2005 a 2008, instrumento
de avaliação do governo federal com o qual proporcionava certificar
competências de jovens e adultos,
constituem-se em um exame para aferição de competências, habilidades e
saberes adquiridos no processo escolar, e ou nos processos formativos que se
desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nos
movimentos sociais e organizações da sociedade civil, nas manifestações culturais, entre outros. A
participação no ENCEJA é voluntária e gratuita, destinada aos jovens e adultos
que não tiveram oportunidade de concluir seus estudos em idade própria.
A partir de 2010 foi implantado o programa nacional de integração da
educação profissional, com educação básica, na modalidade de educação de jovens
e adultos - PROEJA - que envolve
alunos do semipresencial e presencial, com parceria do IFET-instituto Federal de Educação Tecnológica.
No ano de 2012 veio à progressão de estudo, que consiste no
aproveitamento de estudos em qualquer série em até três disciplinas, a qual o aluno matriculado vem prestar estudo e avaliação para
prosseguir para serie subsequente na modalidade ensino fundamental ou médio.
Em
2013 foi implantado o projeto diretor de turma que compete favorecer a
articulação entre os professores, alunos, pais e encarregados de educação,
buscando promover o trabalho
cooperativo, especificamente entre
professores e alunos no sentido de adequar estratégias e métodos de trabalho, com caráter curricular e
avaliativo, além de compreender as especificidades
de cada aluno. Neste mesmo ano, aderimos ao Programa de Formação Esportiva
Escolar – Atleta na Escola, que surgiu com o objetivo de incentivar a prática
esportiva nas escolas, democratizar o acesso ao esporte, desenvolver e difundir
valores olímpicos e paraolímpicos entre estudantes de educação básica,
estimular a formação do atleta escolar e identificar e orientar jovens
talentos.
O Governo Federal, em parceria com os
Estados, Distrito Federal e Municípios, com o intuito de alcançar os objetivos
expostos, lança o Programa de Formação Esportiva Escolar, composto de duas ações:
1) Jogos Escolares: competições que
identificarão talentos na modalidade de atletismo;
2) Núcleo de Esporte Escolar (NEE):
acolhimento dos talentos identificados nos jogos escolares.
Os jogos escolares são compostos de quatro
fases consecutivas de competição.
São elas:
a) Fase escolar: realizada em todas as
escolas que demonstrarem interesse em participar do programa desde que
precedida pela adesão de sua Secretaria de Educação;
b) Fase municipal–regional: realizada por
municípios de 100 mil ou mais habitantes e pelos estados em cidades com menos
de 100 de cem mil habitantes através de uma composição regional a ser definida
pelo governo estadual;
c) Fase estadual: realizada pelo governo
estadual;
d) Fase nacional: realizada pelo Comitê
Olímpico Brasileiro.
Nesta ordem, cada fase é classificatória
para a etapa posterior, de modo que somente os melhores atletas de cada estado
alcançam a competição nacional — Jogos Escolares da Juventude — a ser realizada
pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em setembro (para estudantes de 12 a 14
anos) e novembro de 2013 (para estudantes de 15 a 17 anos). Nossos alunos já alcançaram
a classificação na etapa municipal/regional, na modalidade corrida de 100m
alcançou 2.035m/s em terra, na corrida de 3.000 m obteve a marca de 12.3557 m/s
e salto de 5.03m/cm e no feminino tivemos uma aluna na corrida de 100metros que
obteve uma marca de 1045min/s em terra, totalizando em quatro alunos que
participarão da etapa regional. Programa esse, que tem motivado os alunos a
participarem mais das aulas. E muitos outros projetos e miniprojetos que serão
citados em nossa proposta curricular mais adiante.
O
Núcleo de Educação de Jovens e Adultos, Francisco Ribeiro da Costa é uma
entidade pertencente à rede municipal de ensino, mantida pela Prefeitura
Municipal de Quixelô. Os primeiros orientadores Pedagógicos que iniciaram os
trabalhos no referido Núcleo foram Guilherme Weima Bezerra da Costa e Vera
Mônica Paulo Medeiros.
Em
1998 foi nomeado para exercer a coordenação geral deste Núcleo de Educação o
Senhor José Gilson Laurentino Couras. Em 1999 o mesmo foi nomeado Diretor
permanecendo até dezembro de 2004.
Em
janeiro de 2005 assumiu a direção do Núcleo a Senhora Maria Socorro Maia
juntamente com Antônia de Sousa Araújo – Coordenadora Pedagógica e Martinez
Ferreira de Lima - Secretário Escolar.
Em
março de 2007, a senhora Maria Nubiene Gomes de Lucena Lima, juntamente com antiga
coordenadora Pedagógica e o Secretário Escolar.
Em
abril de 2009 assumiu a direção a senhora Maria de Fátima Oliveira Moreira
juntamente com a mesma coordenadora Pedagógica e o Secretário Escolar
Em
fevereiro de 2012, a senhora Maria José da Silva, juntamente com a senhora
Josefa Freitas Lopes de Moura e Antônia de Sousa Araújo e o Secretário Escolar
Martinez Ferreira de Lima. Em 2013, a Senhora Maria Soares Araújo Lucena,
juntamente com a Senhora Aurissângela Almino de Lucena Melo como Coordenadora
Pedagógica.
Os gestores deste município
preocupados com aqueles que não tiveram acesso a escola, ou não puderam estudar
na idade própria ou interromperam sua trajetória escolar, vem assegurando o
funcionamento do NEJA que tem a missão de compartilhar o conhecimento e
estimular o jovem/adulto a terminar seus estudos, desenvolvendo consciência
crítica, sendo capaz de analisar a sua própria realidade, a fim de procurar
meios de melhorias para si e suas famílias através do respeito ao meio em que
vivem.
Também, deseja-se, que nosso alunado interfira na sua comunidade,
participando das decisões, buscando soluções, mantendo boa convivência, tendo
presente em sua vida a religiosidade e os valores morais e éticos.
Rege
o nosso regimento que o Núcleo tem, também, como meta, desenvolver uma educação
inclusiva de forma progressiva, desenvolvendo um projeto institucional que
contemple a atenção, à diversidade com um currículo mais amplo, equilibrado e
diversificado que trabalha a interdisciplinaridade, transdisciplinaridade, e a
resolução afro-brasileira, procurando realizar um trabalho consistente, em
conjunto e coordenado pelo grupo de professores, participando de forma
continuada na área de Educação Inclusiva.
Na sala de aula procura-se criar espaços onde as práticas inclusivas
possam atender a pluralidade de necessidades, interesse e estilos de
aprendizagem dos alunos, com participação, respeito e colaboração.
O Núcleo mantêm cursos de
Suplência de acordo com os artigos do Regimento da Escola da seguinte maneira:
Art. 2°- Dos Objetivos – Assegurar, gratuitamente,
aos Jovens e Adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular,
oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do
alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos.
I.
Oferecer acesso ou continuidade de estudos no
Ensino Fundamental e Médio;
II.
Prestar serviços educacionais através de inscrições
e aplicação dos Exames de Educação Geral, nos níveis Fundamental e Médio.
III.
Oferecer a Progressão Parcial com dependência para alunos
do Ensino Fundamental II e para alunos do Ensino Médio.
IV.
Oferecer a Circulação de Estudos àqueles que,
cursando à 9ª série do Ensino Fundamental ou 3° ano do Ensino Médio, não
conseguiram lograr êxito em até três disciplinas.
V.
Ofertar o Atendimento Educacional Especializado em
sala de recursos multifuncionais.
VI.
Oferecer formação continuada, correspondente ao
prosseguimento de escolaridade
anterior, qualquer que tenha sido o ciclo ou série concluída, equivalente ao
ensino fundamental, ao médio ou a ambos. (Resolução 363/00 do Conselho de
Educação do Ceará).
Art. 4° - Do
Ensino- os sistemas de Ensino da Educação de Jovens e Adultos se diferenciam
fundamentalmente do Ensino Regular, pela sua forma, regime e metodologia.
§ 1° Os cursos são estruturados por ensino
semidireto e indireto de forma presencial e a distância, com frequência livre e
duração indeterminada dependendo do ritmo de aprendizagem do cursista.
§ 2° - Nos cursos adotam-se metodologia própria com
instrução personalizada através de módulos de ensino, sem seriação, os quais
buscam atingir os níveis de ensino, com atendimentos específicos fixados nos
instrumentos de ensino.
SEÇÃO I-
Organização do Ensino
Art. 27 – Os Sistemas de Ensino manterão cursos e
Exames Supletivos que compreenderão a Base Nacional Comum e Diversificada do
currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regular conforme
a Lei nº 9.394/96.
§
1° - Nos cursos de Ensino Fundamental e Médio na modalidade Educação de Jovens
e Adultos adota-se metodologia personalizada, não seriado, através de módulos
instrumentais, com frequência livre;
§
2°- A duração dos cursos semipresenciais não é determinada rigidamente,
variando de 6 meses a 12 meses dependendo entre outros fatores, do ritmo, da
motivação e experiência de vida do aluno;
§
3° - Os Cursos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) destinam-se a alunos do
Ensino Fundamental, 15 anos (em nível de 6º à 9º série do Fundamental) 18 anos
para o Ensino Médio, não havendo limite de idade para conclusão e expedição de
certificados;
§
4° - Os Exames de Educação Geral do Ensino Fundamental e Médio tem por
finalidade avaliar os conhecimentos e habilidades adquiridas por meios
informais.
§
5° - Os Exames se realizam em nível de Ensino Fundamental para maiores de 15
anos e Ensino Médio para maiores de 18 anos.
§
6º – A duração do curso que compreende o Ensino Fundamental com presença
integral terá duração de 24 (vinte e quatro) meses.
Art. 28 – CALENDÁRIO ESCOLAR – No Calendário Escolar
não se define os dias letivos. O NEJA – Quixelô funciona de janeiro a dezembro,
com uma jornada de trabalho de quinze horas por dia (de 7 às 22h) com escala de
férias para os professores, de forma a assegurar o atendimento ininterrupto ao
cursista.
SEÇÃO II – Da
Matrícula
Art. 29 – A Matrícula
será efetuada em qualquer época do ano.
§
1° - Dentro do Princípio de Circulação de Estudos entre as modalidades de
Ensino, o NEJA receberá alunos que não conseguiram lograr êxito na 8ª série do
Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio, aproveitando os créditos pela
eliminação de disciplinas evitando dessa forma a repetição da série.
§
2º - O NEJA receberá alunos que não obtiveram êxito nos 6º, 7º, 8º e 9º ano do
Ensino Fundamental e 1º e 2º do Ensino Médio para efetivação do processo de
Progressão Parcial, conforme o que determina a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação.
§
3º - O NEJA atenderá também os alunos com necessidades educacionais especiais e
que requeiram atenção individualizada nas atividades de vida autônoma e social.
Será oferecido em nível de ensino fundamental e médio, o atendimento feito
tanto em sala regular como em sala de atendimento individual, assegurando ao
educando com necessidades educacionais especiais, o acesso e permanência.
§
4º - O NEJA ofertará matrícula aos alunos com deficiência, transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades/superlotação nas classes comuns e no AEE
(Atendimento Educacional Especializado), ofertado em salas de recursos
multifuncionais na própria instituição.
§
5º - O NEJA aceitará qualquer aluno que se apresente para matrícula, desde que
satisfaça as condições estabelecidas no Regimento, sem qualquer discriminação
religiosa, política, racial ou ideológica.
§
6° - O NEJA receberá alunos que concluíram determinada(s) série(s) do Ensino
Fundamental ou do Médio para efeito de continuação de estudos, sem a
obrigatoriedade que façam os créditos correspondentes às séries já concluídas.
§
7°- O NEJA receberá alunos que concluíram determinadas(s) disciplina(s) no
Tempo de Avançar Fundamental ou Médio para efeito de continuação de estudos,
sem a obrigatoriedade que façam as disciplinas correspondentes às já concluídas
no Tempo de avançar.
§
8°- O NEJA receberá alunos provenientes do ENCCEJA e do ENEM que concluíram
determinadas disciplinas para efeito de continuação de estudos, sem a
obrigatoriedade que façam as disciplinas correspondentes às já concluídas,
mediante comprovação expedida pelas instituições autorizadas.
§
9º - Será nula, sem qualquer responsabilidade para a instituição, a matrícula
que se fizer com documentos falsos ou adulterados.
SEÇÃO III – Da Transferência
Art. 30- A Transferência é efetuada em qualquer
época do ano, quando solicitado pelo cursista.
§
1° - Recebemos transferências de outros Centros e Núcleos de Educação de Jovens
e Adultos, como de Escolas do Ensino Regular.
§
2° - Expedimos transferências para outros Centros e Núcleos de Educação de
Jovens e Adultos em todo Território Nacional.
SEÇÃO IV – Da
Regularização de Vida Escolar
Art. 31 – Os exames para classificação de maiores de
15 anos, destinados à continuação no ensino fundamental, deverão concentrar-se
na avaliação da capacidade de leitura e de comunicação escrita e oral e, no
domínio operacional da Matemática, o indispensável às atividades da vida
quotidiana do cidadão.
Art. 32 – Nos exames de certificação de Ensino Médio
levar-se-á em conta a capacidade de ler para aprender que o candidato demonstre
em todas as disciplinas supondo-se adquiridas suas respectivas habilidades.
Visando
a melhoria da qualidade do ensino-aprendizagem e de olho nas exigências do
mercado de trabalho a escola investiu no preparo do cidadão, que busca sua
estabilidade profissional. Daí a necessidade de um maior preparo intelectual.
Com esta visão, a escola investiu em inúmeros projetos, sempre pensando em
oferecer aos nossos alunos uma formação básica de qualidade. Como oficinas nas
diversas áreas do conhecimento visando melhor êxito no resultado do ENEM e
aprendizagem dos alunos.
Em
2010, na gestão da professora Maria de Fátima Moreira foi implantado, em
parceria com o IFCE (Instituto Federal de Iguatu), foi implantada a primeira
turma do PROEJA, com 30 alunos no turno matutino, visando prepará-los para o
mundo do trabalho, oferecendo o curso de “Processamento de produtos de origem
animal e vegetal”, continuando até os dias de hoje.
A
história do NEJA, não termina aqui. Esta é a sua síntese. Nela está contido o
resumo da sua fundação e reflete o trabalho das equipes gestoras que assumiram,
dirigiram e trabalharam em prol da melhoria e da qualidade de uma escola que
funciona em regime de suplência.
2.2 Elementos facilitadores e/ou dificuldades do processo.
Levando
em consideração a especificidade da escola, foram feitos alguns encontros com
os professores para diagnosticar os problemas e as dificuldades com relação à aprendizagem
do aluno. Para detectar, analisar e sugerir possíveis soluções dos problemas,
os professores formaram grupos por área de conhecimento e tiveram um tempo para
discutir, classificar em ordem de importância os problemas levantados. Depois
elegeram um representante para expor para a assembleia as observações feitas no
grupo e sugerir ações no sentido de solucionar os problemas que geram as
dificuldades e, consequentemente, impedem o sucesso de ensino/aprendizagem.
Relação
dos grupos formados, seus diagnósticos, ações interventoras ou propostas de
possíveis soluções dos problemas.
GRUPOS
|
PROBLEMASE/OU DIFICULDADES
|
SOLUÇÕES E/OU AÇÕES INTERVENTORAS
|
GRUPO 1
|
* Dificuldade na leitura e na escrita.
|
* Solicitar que todos os professores trabalhem esta questão e
não apenas os professores de língua portuguesa.
|
GRUPO 1
|
* Reduzir a taxa de abandono.
|
* Conseguir ônibus para o transporte de alunos.
* Promoção de campanhas de sensibilização/mobilização através de
rádio, ligações e visitas domiciliares;
|
* Reduzir a indisciplina
* Criar e executar projetos tendo por base eventos ou estudos
diversos.
|
* Promover a participação dos alunos em projetos e eventos e
instituições;
* Reuniões de pais, palestras com as famílias e alunos;
* Trabalho de incentivo e valorização do aluno como cidadão e
pessoa.
|
|
GRUPO II
|
* Alunos em dificuldades com a Leitura
e a escrita/ matemática.
|
* Criar aulas de reforço em Língua Portuguesa e matemática.
* Que todos os professores criam atividades que incentive a
leitura e escrita.
|
* Aquisição de novos módulos atualizados.
|
* Parcerias para atualizar os módulos.
|
|
GRUPO III
|
* Alunos com baixo nível de aprendizagem.
|
* Propiciar oficina de leitura e interpretação de texto e
cálculos dentro da sala de aula.
|
* Indisciplina dos alunos.
|
* Ter mais rigidez com o aluno indisciplinado, e dar maior apoio
ao professor que lida diretamente com o aluno.
*Promover seminários com temas
relacionados aindisciplina/estrutura familiar/valores com as famílias e alun os.
|
|
GRUPO IV
|
* O pouco tempo que o aluno trabalhador tem para estudar.
|
* Maior flexibilidade por parte do professor ao transmitir os
conteúdos.
*Convidar as editoras para divulgarem seu material aqui no NEJA
|
GRUPO V
|
* Poucos livros literários na biblioteca.
|
* Adquirir pelo menos três volumes de cada obra literária, que
são cobradas nos vestibulares.
|
*Interdisciplinaridade.
|
* Propiciar encontros de professores de todas as áreas, para
momentos de troca e de estudos no horário de trabalho do profissional.
|
|
* Relação professor x aluno.
|
*Melhorar a relação professor x aluno é investir no sucesso do
aluno e consequentemente evitar a evasão e a repetência.
|
.
3
PRINCÍPIOS
NORTEADORES:
3.1 Identidade e função no meio social onde a escola está inserida
Conforme
o Regimento da Escola, o Núcleo de Educação de Jovens e Adultos tem por
finalidade propiciar o desenvolvimento integral do aluno. Isso significa
prepará-lo, para o acesso de competências básicas, que facilitem sua inserção
no mundo do trabalho e ou em estudos superiores e ao mesmo tempo capacitá-lo
para interagir socialmente de forma sadia e responsável, dotá-lo de
criatividade e de senso crítico para exercer a cidadania de forma plena e
digna. Isso inclui ter consciência de que ao ser transformado possa também
transformar a sociedade em que vive.
3.2 VISÃO, MISSÃO E VALORES
ü Visão de futuro
•
Transmitir um ensino de qualidade aos
nossos jovens e adultos, ao mesmo tempo prepará-los para serem cidadãos
verdadeiramente inclusos na sociedade, respeitando os valores socioculturais do
aluno e da comunidade escolar em relação a sua prática social.
ü Missão
•
Nossa missão é oferecer um ensino da mais alta qualidade, formando aluno/cidadão
com competência para o mundo do trabalho e com visão político-social,
proporcionando a todos os nossos alunos um ambiente de respeito pelo próprio e
eficiência nos serviços prestados.
ü Valores
•
Desenvolver as potencialidades dos alunos, no sentido de aprimorar os aspectos
da intelectualidade, da criatividade, da autonomia e da humanidade do educando,
procurando inovar sempre e buscando estar em sintonia com a nova ordem social e
com o mundo globalizado de então.
3.3 Objetivos
estratégicos
ü Melhorar o processo de ensino-aprendizagem;
ü Fortalecer a gestão participativa de processos.
3.4 Objetivos Gerais:
ü Assegurar estudos aos jovens e adultos que interromperam sua
trajetória escolar e estão em distorção idade e série, dando oportunidade de
continuar seus estudos, considerando o interesse, condições de vida e de
trabalho do alunado.
ü Incentivar aos Jovens e Adultos a dar continuidade ao processo
educacional, adquirindo competências e habilidades que favoreçam a sua inserção
na sociedade a fim de que possam exercer de forma consciente a sua cidadania.
ü Estimular a construção da autonomia e da cooperação, cultivando
valores essenciais como autoestima, solidariedade e o respeito mútuo às
diversidades.
4.
Diagnóstico
ü Perfil dos Alunos da EJA
Quem
não teve oportunidade de estudar na idade apropriada, por motivos variados,
(desde o abandono da escola, por causa do trabalho, antes de terminar a
Educação Básica ou porque não tinha escola na região onde morava) pode procurar
as instituições de ensino para completar seus estudos em EJA – Educação de
Jovens e Adultos. Desde os que não sabem ler e escrever que querem ser
alfabetizados e os que já possuem essas habilidades, mas deseja adquirir o
diploma e outros saberes para se sentirem mais cidadãos e participativos.
Portanto o conceito é voltado para as características e especificidades dos sujeitos
aos quais ela se destina.“São homens e mulheres, trabalhadores/as empregados/as
e desempregados/as ou em busca do primeiro emprego; filhos, pais e mães;
moradores rurais, urbanos de periferias, favelas e vilas. São sujeitos sociais
e culturais, marginalizados nas esferas socioeconômicas e educacionais,
privados do acesso à cultura letrada e aos bens culturais e sociais,
comprometendo uma participação mais ativa no mundo do trabalho, da política e
da cultura. Vivem no mundo rural ou urbano, industrializado, burocratizado e
escolarizado, em geral trabalhando em ocupações não qualificadas. Trazem a
marca da exclusão social, mas são sujeitos do tempo presente e do tempo futuro,
formados pelas memórias que os constituem enquanto seres temporais.
São,
ainda, excluídos do sistema de ensino, e apresentam em geral um tempo maior de
escolaridade devido a repetências acumuladas e interrupções na vida escolar.
Muitos nunca foram à escola ou dela tiveram que se afastar, quando crianças, em
função da entrada precoce no mercado de trabalho, ou mesmo por falta de
escolas. Jovens e adultos que quando retornam à escola o fazem guiados pelo desejo de melhorar de vida ou
por exigências ligadas ao mundo do trabalho. “São sujeitos de direitos,
trabalhadores, que participam concretamente da garantia de sobrevivência do
grupo familiar ao qual pertencem.” Marta Kohl
de Oliveira. (graduação em Pedagogia
pela Universidade de São Paulo (1975), mestrado em Psicologia Educacional), salienta que O tema "educação
de pessoas jovens e adultos", não nos remete apenas a uma questão de
especificidade etária, mas, primordialmente, a uma questão de especificidade
cultural. Isto é, apesar do corte por idade (jovens e adultos são, basicamente,
"não crianças"), esse território da educação não diz respeito a
reflexões e ações educativas dirigidas a qualquer jovem ou adulto, mas delimita
um determinado grupo de pessoas relativamente homogêneo no interior da diversidade
de grupos culturais da sociedade contemporânea.
O
adulto, para a educação de jovens e adultos, não é o estudante universitário, o
profissional qualificado que frequenta cursos de formação continuada ou de
especialização, ou a pessoa adulta interessada em aperfeiçoar seus
conhecimentos em áreas como artes, línguas estrangeiras ou música, por exemplo.
Ele é geralmente o migrante que chega às grandes metrópoles, proveniente de áreas rurais empobrecidas,
filho de trabalhadores rurais não qualificados e com baixo nível de instrução
escolar (muito frequentemente analfabetos), ele próprio com uma passagem curta
e não sistemática pela escola e trabalhando em ocupações urbanas não
qualificadas, após experiência no trabalho rural na infância e na adolescência,
que busca a escola tardiamente para alfabetizar-se. Como o adulto anteriormente
descrito, o adolescente é também um excluído da escola, porém geralmente
incorporado aos cursos supletivos em fases mais adiantadas da escolaridade, com
maiores chances, portanto, de concluir o ensino fundamental ou mesmo o ensino
médio. É bem mais ligado ao mundo urbano, envolvido em atividades de trabalho e
lazer mais relacionadas com a sociedade letrada, escolarizada e urbana.
Refletir sobre como esses jovens e adultos pensam e aprendem envolve, portanto,
transitar pelo menos por três campos que contribuem para a definição de seu
lugar social: a condição de "não crianças", a condição de excluídos
da escola e a condição de membros de determinados grupos culturais.
Os
alunos do Núcleo de Educação de Jovens e Adultos são maiores de 16 anos. A
maioria tem idade superior a 21 anos. A situação econômica dos nossos alunos é
bem variada, porém a maioria é de baixa renda. Mais de 90% deles estão imersos
no mercado de trabalho. A necessidade de o aluno trabalhador retornar à sala de
aula é uma exigência da sua própria atividade trabalhista e o motivo é
indiscutível: os tempos atuais exigem uma mão-de-obra melhor preparada, para dar conta dos novos e
cambiantes modelos de atuação nas diversas áreas da atividade econômica.
A
escola atende outro contingente de alunos. Um grande número é formado por
chefes de família, donas de casa e mães. Este retrato remete à escola certos
cuidados: acolher, motivar e manter estas pessoas na escola, estudando, apesar
de todos os problemas enfrentados. A inclusão também faz parte da nossa escola.
Contamos com apoio de uma equipe multiprofissional, (conselho tutelar,
psicóloga e assistente social) que nos orienta para uma educação correta,
principalmente, para aqueles que apresentam dificuldades de aprendizagem e
outros problemas.
Mas, a
grande maioria, de nossos alunos estuda em anexos na zona rural e alguns vêm de
bairros vulneráveis. Outra clientela que temos é de estudantes que trabalham
próximo a esta escola, principalmente os alunos do noturno, que muitos saem do
trabalho e vem direto à escola ou vice-versa A escola possui alunos com idade
média a partir de 15 anos, 305 matriculados, com 18 alunos no fundamental
semipresencial e 65 no médio, totalizando 83 alunos na modalidade semipresencial
e, no presencial temos: 48 alunos no nível I, 1º segmento, 62 no nível II, 2º
segmento e, 40 alunos no nível III, 2º segmento, 72 no nível IV, 2º segmento,
totalizando 222 alunos na EJA presencial.
O perfil socioeconômico é de
renda médio-baixa, pois, grande parte dos alunos encontra-se situados na renda
mínima, e mais de 50% dependem de programas sociais e ajuda na aquisição de material
escolar.
5.
Entendimento
de Educação de acordo com a LDB/PCNs:
A educação básica tem por finalidades
desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o
exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em
estudos posteriores.
Um dos enfoques dos PCN é a cidadania.
Faz parte das diretrizes curriculares a formação de um cidadão pleno, capaz de
interferir no mundo em que vive, melhorando-o. Para interferir no seu mundo,
torna-se necessário visualizar diferentes soluções para um mesmo problema,
optando por aquela que for mais coerente. Para isso, não resta dúvida, é
necessário que o "cidadão" formado pela escola tenha muito
conhecimento, mas também que saiba usar este conhecimento. Então, segundo os
PCN, a escola deve englobar questões sociais e problemas cotidianos do
educando, para que os objetivos de educação sejam atingidos. Ou seja, a
contextualização do conhecimento tornou-se um dos principais conceitos dos PCN.
6.
O
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Por ter tantas
informações relevantes, o PPP se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação
que você e todos os membros das equipes gestora e pedagógica devem consultar a
cada tomada de decisão. Portanto, se o projeto de sua escola está engavetado,
desatualizado ou inacabado, é hora de mobilizar esforços para resgatá-lo e
repensá-lo. "O PPP se torna um documento vivo e eficiente na medida em que
serve de parâmetro para discutir referências, experiências e ações de curto,
médio e longo prazo", diz Paulo Roberto Padilha, diretor do Instituto
Paulo Freire, em São Paulo.
Segundo VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (org) Projeto político-pedagógico
da escola: uma construção possível. 14 a edição Papirus, 2002 – p. 16 a 19: Há
alguns princípios que devem nortear o P.P.P.
a) Igualdade
Consiste não apenas em assegurar o acesso do aluno na
escola, mas principalmente, cuidar para que ele permaneça estudando.
b) Qualidade
Significa perseguir sempre a qualidade do ensino nas
dimensões: técnica, política e humana. É dar competência ao sujeito para ser e
para fazer a história. É ter a preocupação primeira, de evitar a evasão e a
repetência.
c) Gestão Democrática
Visa principalmente romper com o autoritarismo e o
individualismo no gerenciamento da unidade escolar. É o caminho para
administrar com autonomia os destinos da escola, deixando de ser mera
cumpridora de decisões superiores que vêm “de cima para baixo”. É a
possibilidade de ter a participação ativa de todos os segmentos da unidade,
para todos juntos, procurar os recursos que viabilizarão colocar em prática os
objetivos e os projetos escolares.
d) Liberdade
d) Liberdade
É um princípio constitucional. Se refere ao livre
arbítrio para a participação coletiva. Mas é um principio onde é sumamente
importante resgatar o conceito de liberdade, que inclui reconhecer direitos e
deveres com todos que compõem a comunidade educativa, não esquecendo que “Somos
livres como os outros, não apesar dos outros.” (Rios 1982, p.77).
e) Valorização do Magistério:
Valorizar o professor é iluminá-lo e incentivá-lo a
exercitar o ofício do magistério com prazer e entusiasmo, sem preguiça de explicar
os porquês, os para quê, e os como, palavras essenciais para bem transmitir o
saber, que em sua plenitude significa, trocar e ampliar experiências, sem
descartar a possibilidade de o professor ser aprendiz juntamente com seu aluno.
Isso sim é investir na qualidade de uma das profissões mais nobres do ser
humano, que é o exercício de ensinar, de transmitir o saber, de formar o
cidadão, atividades específicas do professor.
Além dos princípios de Ilma P. de A. Veiga citados,
nosso projeto deve fundamentalmente atender à sua especificidade. O NEJA é uma escola de jovens e adultos já
imersos no mercado de trabalho. Portanto, trata-se de uma educação que deve
estar voltada para educandos que já têm visão de mundo formada, experiências
comprovadas, necessidade de aprender e urgência em recuperar o que foi deixado
para trás. Tudo isso torna a nossa escola diferente. Diferente na questão do
tempo, diferente em relação a sua clientela. Além de lidarmos com jovens e
adultos, lidamos especialmente com alunos conscientes do que foi buscar na
escola. Daí que não esperam ser tratados como uma “tábula rasa”, muito menos
como uma criança grande e ingênua. Trata-se de uma classe de trabalhadores
produtivos, que ao retornar à escola esperam encontrar subsídios para deixarem
de ser mera mercadoria de troca, mas alguém que sonha ser valorizado enquanto
cidadão gerador de desenvolvimento e riquezas para a sua cidade, seu estado,
seu país.
7. PROPOSTA
CURRICULAR
O
mundo é o local onde ocorrem as interações homem-homem e homem-meio social
caracterizado pelas diversas culturas e pelo conhecimento. Devido à rapidez do
processo de assimilação das informações e pela globalização torna-se necessário
proporcionar ao homem o alcance dos objetivos materiais, políticos, culturais e
espirituais para que sejam superadas as injustiças, diferenças, distinções e
divisões na tentativa de se formar o ser humano que se imagina. Isto será
possível se a escola for um espaço que contribua para a afetiva mudança social.
O
Projeto Político Pedagógico do NEJA tem como centro do processo educativo o
aluno e visa um relacionamento dialético entre homem / educação / sociedade.
Favorece o fortalecimento da gestão, como uma escola catalisadora e difusora da
Educação de Jovens e Adultos, visando tornar eficiente e produtivo o
gerenciamento dos serviços administrativos e pedagógicos, assegurando as
necessidades básicas de aprendizagem dos jovens e adultos, fora da faixa
etária, garantindo-lhes o mesmo padrão de qualidade do ensino regular, também
incentiva a organização dos diversos segmentos (pais, alunos, servidores) da
comunidade escolar, com vistas ao engajamento no processo de democratização do
trabalho educativo.
A nossa proposta é uma escola de
qualidade, democrática, participativa e comunitária, como espaço cultural de
socialização e desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício de
direitos e o cumprimento dos deveres, sinônimos de cidadania.
Não há como não repetir que
ensinar não é a pura transferência mecânica do perfil do conteúdo que o
professor faz ao aluno, passivo e dócil. Como não há também como não repetir
que partir do saber que os educandos tenham não significado saber que os
educandos tenham não significa ficar girando em torno deste saber. Partir
significa pôr-se a caminho, ir-se, deslocar-se de um ponto a outro e não ficar,
permanecer.
Paulo Freire,1999
Uma escola atualizada e de
qualidade é a nossa preocupação, por isso em anexo encontram-se projetos cujos
objetivos mobilizam esforços para trabalhar as deficiências de leitura e
entendimento. É preciso que o aluno saiba ler, interpretar o que leu, ser capaz
de explicar ou de produzir textos, de abdicar de respostas decoradas, ser capaz
de conceituar quando necessário, em vez de repetir, mecanicamente, conceitos
que foram memorizados em livros didáticos ao longo dos anos.
Esperamos que os projetos/ações em pauta sejam planejados e executados para construir o conhecimento de forma
envolvente e participativa, onde todos, alunos e professores de todas as
disciplinas, possam trabalhar de forma interdisciplinar e consciente visando
uma escola de qualidade, que renega a improvisação docente, a atuação nos
moldes tradicionais e a inconsciência pedagógica como recursos de crescimento
intelectual e amadurecimento cognitivo.
Encontram-se em anexo projetos/ações
que a escola vem desenvolvendo, ou que a pedido dos professores foram retomados, visando à eficácia no aprendizado
do nosso aluno.
São eles:
• Mobilização dos alunos.
• Projeto “Páscoa”.
• Projeto “Diretor de turma (6º e 7º ano).”.
• “Palestras motivacionais”.
• “Oficinas de português/redação e oficinas de matemática/história para o Enem”.
• Programa “PROEJA”.
• Atletas
na escola.”
• “Família
na escola.”
• Projeto “Datas comemorativas”
• “Combate à indisciplina na escola”.
•
Projeto “Oficina de Contação de História”.
A metodologia usada no desenvolvimento
de cada Projeto/ações está relatada no ato da sua elaboração. É mister
esclarecer, que com raras exceções, os projetos/ações são pensados e elaborados
pelo núcleo gestor e comunidade escolar. Já na sua aplicação, como não poderia
deixar de ser, são envolvidos professores, alunos e funcionários de todos os
turnos.
8.
ASPECTOS METODOLÓGICOS
São ministradas aulas
expositivas, aulas práticas de pesquisa na biblioteca ou no LIE, fazendo uso de
internet, aulas de vídeo na sala, apresentação de seminários, visitas
domiciliares e passeios ecológicos e históricos.
A elaboração e o
desenvolvimento de todos os projetos e ações durante o semestre letivo conforme planejamento semestral, em todos os turnos,
envolve o corpo docente e discente da escola.
Antes de cada evento, o
grupo de coordenadoras e a equipe de professores responsáveis pelos projetos se
responsabilizam pela organização e
estratégias que favoreçam os objetivos do mesmo.
A escola possui todos os
equipamentos necessários para a realização de vários eventos o que garante o
sucesso dos mesmos.
Todos os professores são
envolvidos nos projetos e ações e buscam
trabalhar alguns aspectos relativos à sua disciplina, o que garante a
participação efetiva dos alunos.
Teoria de currículo norteadora: crítica
Referencial teórico-metodológico da ação
curricular: planejamento coletivo, aprendizagem significativa,
contextualização, flexibilidade, pluralidade, diversidade cultural, metodologia
de projetos.
Valores: respeito, solidariedade,
coletividade, compromisso, honestidade e justiça.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS:
·
Oferecer educação de qualidade aos
jovens e adultos;
·
Resgatar a autoestima dos alunos;
·
Motivar a permanência na escola;
·
Criar um ambiente prazeroso que desperte
o interesse pela aprendizagem;
·
Valorizar o saber, a cultura, o ser humano e a
vida para a formação da cidadania consciente e ativa.
·
Organizar a Estrutura Curricular dentro
do Referencial dos Parâmetros Curriculares Nacionais com práticas pedagógicas
conscientes, reflexivas e globalizadas, visando à diminuição da evasão escolar.
·
Construir conhecimentos de forma crítica
e construtiva em busca de uma aprendizagem significativa, para que sejam
utilizados no dia-a-dia.
·
Valorizar a cultura, preservando a
individualidade, colaborando na formação de indivíduos conscientes de seus atos
e deveres;
·
Tornar a escola atrativa, dinâmica e
participativa;
·
Utilizar métodos eficazes para um bom
desenvolvimento no trabalho pedagógico;
·
Oportunizar aos jovens e adultos o
prosseguimento aos estudos.
·
Incluir as pessoas com necessidades
educacionais especiais nas diversas atividades realizadas no NEJA.
9. REFERENCIAL TEÓRICO
“Propor algo que ainda não existe, mas que é uma possibilidade real, da
qual nosso esforço poderá nos aproximar gradativamente. Isto supõe um duplo
posicionamento: político e pedagógico. Político,
no sentido de uma visão do ideal de organização da convivência social e do tipo
de homem que se quer formar; pedagógico, no sentido de definir as ações
educativas e as características necessárias ás instituições escolares numa
perspectiva de fazer com que o possível e o desejável se tornem realidade.”
(Danker, 1990).
O homem, na atualidade, é um ser competitivo e individualista, resultado
das relações impostas pelo modelo de sociedade em vigor. No entanto, a luta
deve ser por um homem social voltado para o seu bem próprio, mas, acima de
tudo, para o bem estar do grupo do qual faz parte. O homem que modificou a si
mesmo pela própria ação dos conhecimentos, modifica também a sociedade por meio
do movimento dialético “do social para o individual para o social”.
Nosso grande
desafio é, portanto, contribuir para que a Educação seja uma prática social que
possa responder aos anseios de melhoria de vida dos cidadãos, permitindo que
todos possam participar decisivamente dos caminhos que nos levam a
conscientização e ao exercício da cidadania.
Este
Núcleo de Educação pretende ajudar a construir:
√ Uma sociedade
democrática, solidária, igualitária e justa. Promovendo ao aluno, aceso ao
conhecimento sistematizado e, a partir deste, a produção de novos
conhecimentos. Compreendendo como um cidadão que deve ser um agente
transformador da sociedade, além de crítico, responsável e participante.
O Núcleo pretende formar homem/mulher:
√ Dócil/ obediente, autônomo (a), ético (a), crítico / construtivo (a),
ativo/ participativo (a) e sujeito histórico através de suas ações e da
conscientização de toda comunidade escolar e civil.
Tipo de educação que o Núcleo adota:
√ Histórico-crítico, dialética,
emancipadora.
Tipo de currículo que o Núcleo adota:
√ Critico e
contextualizado
Tipo de ensino que o Núcleo adota:
√ Critico –
social dos conteúdos
Tipo de aprendizagem que o Núcleo adota:
√ Significativa
e construtiva
Tipo de conhecimento que o Núcleo adota:
√
Contextualizado, que favoreça o ato de pensar e seja aberto a outras fontes de
informação.
O Núcleo de Educação que queremos:
√ Inovador, criativo, flexível,
inclusivo, democrático no acesso e nas relações internas e externas e
competentes no desenvolvimento de suas ações.
O aluno que o Núcleo pretende formar:
√ Atuante, participativo, crítico,
reflexivo, disciplinado, autônomo e sujeito de sua própria história.
O Professor (a) que o Núcleo pretende ter:
√ Comprometido
com o ensino e aprendizagem
√ Acredita e
valoriza a capacidade de aprender do educando
O modelo de avaliação que o Núcleo adota:
√ Comprometida com a aprendizagem
significativa, diagnóstica e continua.
9.1
CONCEPÇÃO
DE CURRÍCULO
Construção da identidade da Educação
de Jovens e Adultos concretiza-se na organização curricular, pois é neste
momento que marcamos os tempos e os espaços de ensinar e aprender, em que a
diversidade apresentada por este grupo aponta-nos à construção de um currículo
flexível, mas com a garantia de qualidade pedagógica que assegure a articulação
entre os saberes vividos e os escolares.
O
Currículo constitui significativo instrumento utilizado por diferentes
sociedades tanto para desenvolver os processos de conservação, transformação e
renovação dos conhecimentos historicamente acumulados, como para socializar as
crianças e os jovens segundo valores tidos como desejáveis (MOREIRA, 1997).
O
currículo extrapola o “fazer” pedagógico abrangendo elementos como grade
curricular, disciplina, conteúdos e conhecimentos. É necessário resgatar os
saberes que o aluno traz de seu cotidiano.
O
Currículo Pleno do NEJA atende as peculiaridades do Estabelecimento de acordo
com o que prescrevem a legislação específica, as normas vigentes do Conselho
Estadual de Educação e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de
Jovens e Adultos – parecer nº 29/2006 do CNE. No que se refere ao ensino, o
sistema manterá cursos que compreenderão a Base Nacional Comum e Diversificada
do Currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regular
conforme a Lei de Diretrizes e Base da Educação – LDB nº 9394/96.
9.2
CONCEPÇÃO
DE ENSINO
Numa
nova perspectiva de ensino, inclui-se o atendimento à Educação Inclusiva
eliminando as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as
suas necessidades especiais, visando atender completamente aos educandos para
que os mesmos possibilitem autonomia e independência na escola e fora dela.
O
processo educacional deve contemplar um tipo de ensino que ultrapasse a mera
reprodução de saberes “cristalizado” e desemboque em um processo de produção e
de apropriação de conhecimento, possibilitando, assim que o cidadão torne-se
crítico e que exerça a sua cidadania, refletindo sobre as questões sociais e
buscando alternativas de superação da realidade.
Aprender
é uma tarefa árdua, em que se convive o tempo inteiro com o que ainda não é
conhecido. Para o sucesso da empreitada, é fundamental que exista uma relação
de confiança e respeito mútuo entre professor e aluno, de maneira que a
situação escolar possa dar conta também das questões de ordem afetiva.
Vygotsky
estabelece forte ligação entre o processo de desenvolvimento e de aprendizagem
e a relação com o ambiente sociocultural, que não se desenvolve plenamente sem
a ação e a interferência do outro. Ressalta a importância de considerar o que
denomina “zona de desenvolvimento proximal”, situada entre aquilo que o
indivíduo já sabe e consegue realizar sozinho e o que pode ser desenvolvido com
ajuda e intervenção de outros.
As reflexões sobre a atuação em sala de aula, os debates e as
teorias ajudam a conhecer os fatores que interferem na aprendizagem. Ao serem
considerados, provocam mudanças significativas no diálogo entre o ensino e
aprendizagem e repercutem de maneira positiva no ambiente escolar, na
comunidade e na família, pois os envolvidos passam a atribuir sentido ao que
fazem e ao que aprendem.
9.3
CONCEPÇÃO
DE APRENDIZAGEM
O Núcleo de Educação de Jovens e Adultos, Francisco Ribeiro da
Costa propõe uma educação básica para jovens e adultos voltada para a
cidadania.
Não quer apenas garantir oferta de
vagas, mas proporcionar uma aprendizagem comprometida com a interdependência
escola/sociedade.
O Núcleo tem procurado desempenhar a
sua função, valorizando os alunos como participantes da sociedade (cidadãos) e
como sujeitos de sua própria história.
Isto é possível, à medida que
resgatam seus valores, sua autoestima, suas habilidades, respeita suas individualidades
e valoriza os conhecimentos prévios de cada um.
Estas aspirações tornam-se
realidade, com a participação dos educadores que atuam buscando valorizar as
experiências construídas ao longo da trajetória da EJA em nosso Município.
9.4
CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO
O
termo “avaliação” tem sido adjetivado de múltiplas formas, evidenciando uma
ampla gama de significados a ela atribuídos: avaliação somativa, formativa,
diagnóstica, prognóstica, processual, de produtos... Essa multiplicidade de
significados, por um lado, tem um aspecto positivo na medida em que revela, por
exemplo, que a avaliação não se refere apenas ao desempenho do aluno num dado
momento, mas envolve também o trabalho do professor, da escola e do sistema de
ensino, não deve ter caráter punitivo, etc. Por outro lado, essa diversidade de
significados pode levar à ideia de que a “todo momento, tudo se avalia”,
generalidade essa que pode descaracterizar e esvaziar o processo de avaliação.
E a avaliação da aprendizagem dos nossos alunos é feita a partir dos objetivos
estabelecidos nos planos de cursos. Portanto, o processo de avaliação deve ser
motivador e integrador, permitindo-se assim a formação de alunos capazes de
formular e reformular suas hipóteses e seus saberes, ajudando-os na construção
do seu conhecimento.
Portanto,
ao avaliar deve-se ter em mente o processo como um todo, bem como aquele a quem
se está avaliando, respeitando a nova LDB 9394/96, que trouxe mudanças
significativas para este novo olhar para a avaliação tanto no aspecto
pedagógico como da legalidade.
10. Plano de ação - 2013
ESCOLA: NEJA -
FRANCISCO RIBEIRO DA COSTA LOCALIDADE: SEDE
DIRETOR (A):
MARIA SOARES ARAÚJO LUCENA
AÇÕES QUE SERÃO DESENVOLVIDAS (O QUE VÃO FAZER?).
|
OBJETIVOS (PARA QUE VÃO FAZER?).
|
ESTRATÉGIAS (COMO VÃO FAZER?).
|
DATA (QUANDO VÃO FAZER?).
|
RECURSOS (COM QUE VÃO FAZER?).
|
RESPONSÁVEL POR CADA AÇÃO
|
- Diagnóstico da realidade dos alunos do
NEJA.
|
- Identificar os alunos faltosos e
desistentes.
|
- Sondagem através dos arquivos
|
- Abril
|
- Humanos e fichas dos arquivos.
|
- Martinez, Aurissângela
|
- Mobilização dos alunos.
(NEJA EJA)
|
-Incentivar a volta dos alunos faltosos e
desistente ao NEJA;
-Informar à comunidade as ações
desenvolvidas pelo NEJA;
-
|
- Calendário de visitas domiciliares e
divulgação através de rádio, motivação através de telefonemas, convites.
|
- Abril
|
- Humanos
|
- Waldinéia,
-Aurissângela,
-Róger
-Selma
-Mazé
-Cristiane
|
- Palestra motivacional
(NEJA EJA)
|
- Elevar a autoestima dos alunos;
- Motivar os alunos a retomarem seus estudos.
|
- Divulgação no rádio e entrega de
convites;
- Dinâmicas
- Palestra com Psicólogo.
-Palestra com alunos que estudaram no
sistema de EJA.
|
- Última semana de
abril
|
- Rádio local, papel cartão, brinde,
Datashow e humanos.
|
-Aurissângela
-Maria Soares
-Selma
|
- Palestra (temas variados) alunos da
EJA, NEJA e Comunidade.
|
-Resgatar valores sociais e
conscientização para o bem estar de todos;
-
|
-Explanações de temas relevantes para a
saúde física, mental e intelectual, bem como, para o desenvolvimento de uma
sociedade mais justa.
|
Bimestral
|
-Humanos;
-Material didático;
-Audiovisual (Datashow, som, pen drive,
etc.).
|
-Maria Soares
-Professores do NEJA e EJA
|
-Elaboração de apostilhas do ensino médio
e fundamental (sistema modular)
|
-Inovar o material para melhorar o
ensino-aprendizagem dos alunos;
-
|
-Elaboração de apostilhas por disciplina,
através de pesquisas em livros didáticos diversos;
-
|
Março a julho
|
-Livros didáticos das diversas áreas;
-Professores das áreas de ensino;
-Material didático.
|
-Professores das áreas, secretaria de
educação e núcleo gestor.
|
- Oficina de Português/redação
(NEJA)
|
- Estimular o gosto pela disciplina
|
- Convites;
-Elaboração do material didático;
- Realização de atividade prática com os
alunos.
|
-Segunda semana de junho
|
- Papel ofício, cartolina, canetinha,
Xerox e humanos.
|
- Waldinéia e Mazé
|
- Oficina de Matemática
(NEJA)
|
- Estimular o gosto pela disciplina
|
- Convites;
-Elaboração do material didático;
- Realização de atividade prática com os
alunos.
|
-Segunda semana de junho
|
- Papel ofício, cartolina, canetinha,
Xerox e humanos.
|
- Roberto Viana e Fabiano
|
-Cursos diversos (NEJA EJA)
|
-Incentivar á uma profissão;
-Aprimorar conhecimentos de informática e
língua estrangeira.
|
- Explanação sobre o curso;
-Aula prática.
|
Tempo indeterminado
|
-Humano (profissionais do SESC, SENAC,
SENAI, etc.);
-Material didático e diverso para
produção.
|
-Secretaria de Educação;
-Maria Soares
|
-Oficina de arte (NEJA EJA)
|
- Despertar o interesse pela disciplina
de Educação Artística e descobrir dons artísticos.
|
-Convites;
- Produção do material;
- Atividade prática.
|
- Última semana de outubro.
|
- Cartolina, papéis diversos, tecidos,
sucatas, revistas, tesoura, cola, giz de cera, lápis de cor, canetinha, e humanos.
|
- Fatinha,
-Valdinéia
-Edna
|
- Gincana educativa (EJA)
|
- Promover a interação entre
aluno/disciplinas;
- Festejar a semana do estudante.
|
- Convite por escrito;
- Construção do material envolvendo
várias disciplinas;
|
- Segunda semana de agosto.
|
- Internet, papel ofício, jornal,
revista, cartolina, papel madeira, tesoura cola, canetinha, som e humanos.
|
- Professores das diversas áreas;
-Aurissângela;
-Alunos.
|
Projeto Ecumênico (EJA)
|
-Resgatar valores perdidos por uma
sociedade capitalista que vem esquecendo-se do ser, vivendo o ter sem
enxergar o ser maior “Deus”.
|
-Palestras com pastores de várias
religiões, trabalhando a campanha da fraternidade;
-Pregação do evangelho de Deus,
apresentações diversas.
|
-Bimestral
|
-Material audiovisual, humanos e
didáticos.
|
- Iranir,
-Aurissângela
-Valdenisse
|
Horta na escola
|
-Incentivar alunos a cuidar do meio
ambiente;
-Incrementar a merenda escolar;
-Repassar conhecimentos básicos de como
ter uma horta básica e saudável em casa.
|
-Trazer representante da secretaria de
agricultura para repassar conhecimentos básicos de hortas;
-Com ajuda de funcionário da prefeitura
no serviço de jardinagem produzir uma horta aos arredores da escola.
|
-Abril a junho
|
-Sementes diversas;
-Adubos orgânicos e industriais;
-Terreno;
-Material para construção da horta;
|
-Maria Soares;
-Pessoal da agricultura;
-Professores de ciências, história e
geografia;
-Alunos.
|
Projeto PROERD (EJA)
|
-Melhorar o entrosamento entre alunos;
-Conscientizar do perigo no uso de drogas
lícitas e ilícitas;
-Combater a violência na escola.
|
-Aulas com policial do Honda;
-Palestras com polícia militar do
destacamento.
|
-A parti de abril
|
-Audiovisual,
-Didático;
-Humano.
|
-Maria Soares;
-Policial do Honda;
-Policiais do destacamento.
|
Projeto família na escola
|
-Promover intercâmbio ativo entre família
e escola
|
-Encontros dinâmicos com a família;
-Explanação das atividades desenvolvidas
pra família através de encontros com mensagens escritas e orais.
|
-Bimestral
|
-Humano;
-Audiovisual;
-didático.
|
-Aurissângela;
-Cristiane.
|
Projeto datas comemorativas mais
significativas (EJA)
|
-Proporcionar aos educandos a valorização
da cultura dos antepassados bem como a religiosidade.
|
-Palestras;
-Dramatizações;
-Produções escritas, desenhos, pinturas,
cartazes;
-Apresentação de danças e trabalhos
desenvolvidos.
|
-No decorrer do ano letivo (ver datas
comemorativas)
|
-Material didático;
-Textos reflexivos;
-Humanos;
-Audiovisual.
|
-Aurissângela;
-Edna;
-Cristiane
-Maria
|
Projeto combate a Indisciplina
|
-Motivar os alunos à participação através
de aulas dinâmicas e atrativas;
-Trabalhar combinados com os alunos, bem
como o Regimento Escolar.
|
-Aulas dinâmicas;
-Atividades atrativas e desafiadoras;
-Atividades organizadas pelo próprio
aluno como incentivo à responsabilidade.
|
-Paralelo às
aulas.
|
-Textos reflexivos;
-Material didático;
-Audiovisual;
-Humano.
|
-Aurissângela;
-Professores da EJA.
|
11. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
SEGUNDO SEGMENTO
METODOLOGIA:
Em cada área do conhecimento, as orientações didáticas serão permeadas de
explicações sobre o ensinar e aprender, sobre os blocos de conteúdos ou eixos
temáticos.
Ao desenvolver o
curso, os professores utilizarão material adequado às necessidades dos alunos e
aplicarão estratégias didáticas que desenvolvam o pensamento crítico, a
criatividade, a autonomia, os valores e a aprendizagem ativa, adotando os
seguintes procedimentos metodológicos:
§
Aulas presenciais;
§
Metodologia de projetos;
§
Oficinas;
§
Seminários;
§
Uso de recursos audiovisuais;
§
Aulas expositivas;
§
Utilização de livros didáticos e paradidáticos.
11.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
LÍNGUA
PORTUGUESA
Adquirir os conhecimentos básicos
da Língua Portuguesa dando ênfase aos aspectos da leitura e escrita,
instrumentos necessários para a aquisição de outras habilidades primordiais na
formação da sua cidadania.
MATEMÁTICA
Desenvolver
conceitos e procedimentos relativos ao pensamento numérico, geométrico,
algébrico, a competência métrica, ao raciocínio que envolva proporcionalidade,
assim como o raciocínio combinatório, estatística e probabilística.
GEOGRAFIA
Conhecer, considerar e entender
as diferentes ações sociais e culturais, sua dinâmica social e espacial, os
impactos naturais que transformam o mundo e as marcas que identificam os
diferentes lugares.
HISTÓRIA
Estabelecer relações entre a vida
individual e social, identificando relações sociais em seu grupo de convívio,
na localidade, na região e no país, relacionando-as com as outras
manifestações, em outros tempos e espaços.
CIÊNCIAS
Compreender a natureza como um
todo dinâmico e o ser humano, em sociedade, como agente de transformação do
mundo em que vive, com relação essencial com os demais seres vivos e outros
componentes do ambiente.
ARTE
Compreender e
utilizar a arte como linguagem, mantendo uma atitude de busca pessoal e/ou
coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a investigação, a
sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas.
EDUCAÇÃO FÍSICA
Perceber e compreender os
benefícios da prática regular de atividades físicas, valorizando por meio do
conhecimento sobre o corpo, a formação de hábitos, de cuidados pessoais, que
promovam a saúde e a melhoria da qualidade de vida.
LÍNGUA ESTRANGEIRA – Inglês
Identificar no universo que o
cerca, as línguas estrangeiras que cooperam nos sistemas de comunicação,
percebendo-se como parte integrante de um mundo plurilíngue e compreendendo o
papel hegemônico que algumas línguas desempenham em determinado momento
histórico.
ENSINO RELIGIOSO
Proporcionar o conhecimento dos
elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, a partir das experiências
religiosas percebidas no contexto do educando, compreendendo o papel das
tradições religiosas na estruturação e manutenção das diferentes culturas e
manifestações socioculturais.
O aluno deverá
demonstrar ainda, competências para manipular equipamentos de informática,
acessar a Internet e utilizar as novas tecnologias da informação.
11. 2 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O projeto Pedagógico propõe novos caminhos para uma escola diferente.
Todas as questões que envolvem o fazer pedagógico e as suas relações com o
currículo, e com a função social da escola, obrigam a um pensar e a uma
reflexão contínua de todos que estão envolvidos neste processo.
O curso de
Educação de Jovens e Adultos desenvolvido de forma presencial está organizado
em segmentos:
1º segmento: Anos iniciais do
Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano;
2º segmento: Anos finais do
Ensino Fundamental – 6º ao 9º ano;
E
destina-se a alunos de no mínimo 15 anos para o 1º e 2º segmentos (1º ao 9º ano),
não havendo limite de idade para conclusão.
O Curso terá uma carga horária anual de 800 horas distribuídas em 200
dias letivos conforme a Matriz Curricular, em anexo.
Nos
cursos de Ensino Fundamental e Médio semipresencial na modalidade Educação de
Jovens e Adultos adotam-se a metodologia personalizada não seriada, através de
módulos instrumentais com frequência livre. A duração dos cursos
semipresenciais não é determinada rigidamente, variando de 6 a 12 meses,
dependendo entre outros fatores, do ritmo da motivação e experiências dos
educandos.
11. 3
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS:
EJA – 1° Segmento
Nível I – 1º ao 3º ano.
ð Língua
Portuguesa
·
Interpretação
de textos
·
Produção
oral e escrita
·
Gramática
contextualizada
Ø Significado dos nomes e sobrenomes
Ø Singular e plural
Ø Palavras com: S,SS e SC / R e RR / Qu e Gu /
X e CH / C e Ç
Ø Estudo orientado sobre os documentos
pessoais:
ü Certidão de Nascimento
ü Identidade e CPF
ü Título de Eleitor
ü Certidão de Casamento
ü Carteira de Reservista
Ø Sinônimos e Antônimos
Ø Rótulos e Propagandas
Ø Gêneros: Masculino e feminino
Ø Receitas e bulas de medicamentos
Ø Sinais de pontuação ( . ); ( ! ); ( ? )
Ø Números de sílabas
EJA – 1° Segmento
Nível II – 4º ao 5º ano.
ð Língua
Portuguesa
·
Preenchimento
de Formulários
·
Bilhetes
·
Cartas
·
Telegramas
·
Dicionários
·
Jornal
·
Quadrinhas
·
Provérbios
·
Advinhas
·
Músicas
·
Lendas –
Fábulas
·
Crônicas
– Conto
·
Gramática
contextualizada
Ø Encontros consonantais
Ø Dígrafos
Ø Hiatos
Ø Artigos definidos e indefinidos
Ø Substantivos
Ø Adjetivos
Ø Verbos
EJA – 1° Segmento
Nível I – 1º ao 3º ano.
ð Matemática
·
Escrita
e litura dos números
·
Introdução
ao Sistema Decimal
·
A ordem
dos números
·
Unidade,
Dezena, Centena e Milhar.
·
Valor
Posicional (trabalhar com o Ábaco)
·
Situações
problemas e jogos envolvendo: Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão.
EJA – 1° Segmento
Nível II – 4º ao 5º ano.
ð Matemática
·
Sistema
monetário
·
Frações:
Ø Leitura de frações
Ø Representação de frações
Ø Adição e subtração de frações
·
Números
Decimais
Ø Adição de números decimais
Ø Subtração de números decimais
Ø Multiplicação de números decimais
·
Medidas
Ø Tempo
Ø Comprimento
Ø Capacidade
Ø Massa
·
Noção de
Geometria
EJA – 1° Segmento
Nível I – 1º ao 3º ano.
ð História
·
O
Trabalho na História
Ø Capitanias Hereditárias
Ø A resistência do Negro: Os Quilombos
Ø Ceará, pioneiro na abolição dos Escravos.
Ø O Trabalho Formal e Informal
Ø Trabalho e Cultura
·
Região
Nordeste e o Imaginário Popular
·
As
Relações de Poder na Sociedade
·
O Poder
Institucionalizado
·
Participação
Coletiva e Individual na comunidade
EJA – 1° Segmento
Nível II – 4º ao 5º ano
ð História
·
Voto:
Direito e Dever
·
Os
Partidos Políticos e outras Formas de Participação
·
Poderes
que Configuram o Estado Brasileiro e suas Competências
·
Constituição
e Formas de Governo
·
A
História de um Povo
·
Os
Lugares da Memória
·
Os
Momentos Sociais e a Memória Coletiva
EJA – 1° Segmento
Nível I – 1º ao 3º ano.
ð Geografia
·
Espaço
de Vivência e de Convivência
Ø Rua
Ø Bairro
Ø Cidade
·
Espaço
Enquanto Representação
Ø Localização e Orientação
Ø Brasil – Regiões e Estados
·
Formas
de Ocupação do Espaço Social
Ø Litoral
Ø Serras
Ø Sertão
EJA – 1° Segmento
Nível II – 4º ao 5º ano
Geografia
·
Busca de
Novos Espaços
Ø Êxodo rural
Ø Migração internacional
Ø Distribuição de renda e Exclusão Social
·
Meio
Ambiente
Ø Fauna
Ø Flora
Ø Devastação ambiental
·
Água:
nosso líquido precioso
Ø Ciclo da água
Ø O tratamento da água
Ø Água e saúde
·
O homem
e a Natureza
Ø Degradação ambiental
Ø Agentes do desequilíbrio
Ø O desenvolvimento sustentável
Ø Efeito estufa
EJA – 1° Segmento
Nível I – 1º ao 3º ano.
ð Ciências
·
O
Planeta Terra e o Sistema Solar
Ø Caracterizando os Planetas
Ø A Terra e seus movimentos
Ø A Terra e seus ambientes ou camadas
Ø A Lua e suas fases
Ø Dias, Noites e Estações do Ano.
·
Cadeia
Alimentar
Ø Equilíbrio Ecológico
Ø Os Decompositores
·
Desastres
Ecológicos
Ø Buraco na camada de Ozônio
Ø Chuvas Ácidas
Ø Efeito Estufa
Ø Desenvolvimento Sustentável
·
Desequilíbrio
Ecológico – Consequências
Ø Fatores naturais de desequilíbrio
Ø Fatores de desequilíbrio induzidos pelo homem
Ø Animais em extinção
·
Os Seres
vivos
Ø Níveis de organização
Ø Características dos seres vivos
Ø Biodiversidade
Ø A grande variedade de seres vivos
Ø Reprodução
Ø Sentidos
EJA – 1° Segmento
Nível II – 4º ao 5º ano
Ciências
·
O Homem:
Anatomia e Funcionamento
Ø A estrutura corporal
Ø Os Sistemas:
ü Sistema Esquelético
ü Sistema muscular
ü Órgãos dos Sentidos
ü Sistema Digestório
ü A Água em nosso corpo
ü Origem dos alimentos
ü Sistema Reprodutor
ü Doenças sexualmente transmissíveis
ü Desenvolvimento Humano
·
Os
Vegetais – Garantia da vida no Planeta
Ø Estrutura dos Vegetais
Ø Produção de Alimento pelos Vegetais
Ø A Flor e os frutos
Ø Como se forma o fruto
EJA – 2° Segmento
Nível III
6º ANO – LÍNGUA PORTUGUESA
ð
Interpretação
textual
·
Fonemas, letras, dígrafos;
·
Sílabas, encontros vocálicos e consonantais;
·
Dissertação, tonicidade, substantivo (conceito,
classificação e fonação).
ð
Texto
Narrativo
·
Adjetivos
·
Flexão dos adjetivos
·
Numeral (conceito e classificação)
·
Pronomes
(classificação)
·
Verbos (tempos, modos, conjugação).
·
Linguagem poética - poesias
·
Diálogo
·
Advérbio (conceito e classificação)
·
Preposição (conceito)
·
Conjunção ((conceito e classificação)
·
Interjeição (conceito)
6º ANO – MATEMÁTICA
ð
Conjuntos
·
Subconjuntos
·
Operações
·
Interseção
ð
Operações
com números naturais
·
Potenciação
·
Radiciação
ð
Divisibilidade
·
Regras
·
Números primos
·
Máximo divisor comum
·
Múltiplos
ð
Frações –
conceito, leitura e classificação.
·
Números mistos
·
Frações equivalentes
ð
Operações
com frações
·
Multiplicação
·
Frações inversas e divisão de frações
·
Potenciação
ð
Números
decimais
·
Adição e subtração
·
Multiplicação
·
Divisão
·
Potenciação
6º ANO – CIÊNCIAS
ð
A ciência
e o cientista
ð
O Planeta
Terra
·
Origem e constituição da terra
·
A crosta terrestre
ð
Solo
·
Tipos de solo
ð
Água
·
A importância da água e sua localização
·
Ciclo da água e utilização
·
Saneamento básico e saúde
ð
O ar
atmosférico
·
A constituição do ar atmosférico
·
A pressão atmosférica e as propriedades do ar
·
As camadas do ar e os ventos
ð
Noções de
Ecologia
·
A biosfera
·
A cadeia alimentar – população e comunidade
·
As relações entre os seres vivos.
6º ANO – HISTÓRIA
ð
O homem –
O animal racional
·
O trabalho consistente
·
Construindo cultura e história
ð
Estudo
histórico
¨
A história como ciência
¨
A divisão da história
ð
Homem
primitivo
·
A evolução do homem
·
Os períodos da Pré-história
·
Transformações das comunidades primitivas
·
A Pré-história no Brasil
ð
As
antigas civilizações do Oriente
·
Egito
·
Hebreus
·
Fenícia
ð
As
antigas civilizações da América
·
Incas, Maias e astecas.
ð
As
civilizações escravistas
·
Grécia antiga
·
Roma antiga
6º ANO – GEOGRAFIA
ð
Geografia
– ciência do espaço
·
Espaço e tempo
ð
Reapresentação
cartográfica do espaço
·
Escalas e mapas
ð
Universo
·
Big-Bang e ano luz
·
As galáxias e o sistema solar
ð
A terra
como planeta
·
Os movimentos da terra e seus efeitos
·
A lua e suas fases
ð
Orientação
·
Os meios de orientação
·
Coordenadas geográficas
·
As zonas climáticas
·
Fusos horários
ð
A
constituição da terra
·
As camadas da terra
7º ANO – LINGUA PORTUGUESA
·
Textos: interpretação e produção
·
Ortografia: acentuada, sílaba e pontuação.
·
Gramática: Frases, Verbo, Substantivo, Orações.
7º ANO – MATEMÁTICA
ð
Conjunto dos números inteiros relativos
ð
Expressões numéricas
ð
Conjunto dos números racionais relativos
ð
Cálculo algébrico
ð
Expressões algébricas
ð
Equação do 1º grau com uma variável
ð
Sentença matemática
ð
Problemas
ð
Inequações do 1º grau com uma variável
ð
Geometria: Ponto, reta e plano.
ð
Figura geométrica
ð Reta
ð
Polígonos
ð
Triângulos
ð
Quadriláteros
7º ANO – CIÊNCIAS
ð
Seres Vivos
ð
Classificação dos Seres vivos
ð
Vírus e Bactérias
ð
Fungos e Protozoários
ð
Plantas
ð
Animais Invertebrados
ð
Moluscos, Artrópodes e Equinodermos.
ð
Platelmintos, Nematelmintos e Anelídeos.
ð
Animais Vertebrados
ð
Peixes e Anfíbios
ð
Répteis e Aves
7º ANO – HISTÓRIA
Ø
Evolução
Histórica
·
Origem do nome da cidade
·
Localização da cidade no mapa
·
Primeiros habitantes
Ø
Quixelô
Tribos Tapuias
·
Distritos
·
Emancipação
·
Município
Ø
Administração,
Cidadania e Problemas Sociais.
·
Poderes municipais
·
Cidadania: Direitos e Deveres
·
Problemas Sociais
Ø
Cultura
Ø
Manifestações culturais (Quiforró)
Ø
Artistas da terra
Ø
Artesanato
Ø
Brinquedos e brincadeiras populares
Ø
Turismo
·
Principais pontos turísticos e históricos
·
Importância do turismo para o crescimento
econômico
·
Exposição agropecuária.
7º ANO – GEOGRAFIA
·
A produção do espaço brasileiro
·
As atividades econômicas
·
Espaço humanizado
·
Espaço natural
·
As macrorregiões
·
O Nordeste
·
A Amazônia
7º ANO – LÍNGUA ESTRANGEIRA
·
Conhecimento textual
·
Leitura
·
Escrita
·
Compreensão auditiva
·
Oralidade
·
Conhecimento sistêmico
·
Gramática: substantivos, adjetivos, artigos,
pronomes, tempos verbais.
·
Curiosidade cultural
·
Vocabulário
7º ANO – ARTE EDUCAÇÃO
·
Conceito de arte
·
Tipos e linguagens da arte
·
Leitura de imagens
·
Desenhos
·
Linhas e pontos
·
Cores
·
Dança e música
·
Folclore
·
História do teatro
·
Cinema no Brasil
·
Cinema novo
7º ANO – EDUCAÇÃO FÍSICA
·
História e contexto das diferentes modalidades
esportivas
·
Práticas esportivas através dos jogos lúdicos
·
Aquecimento e Alongamento
·
Qualidade devida, atividade física e contexto sociocultural.
·
Higiene corporal
·
Hábitos alimentares
·
Postura 5ª
E 6ª SÉRIE – ENSINO RELIGIOSO
·
Origem das religiões
·
Ecumenismo
·
Paz
·
Família
CRIAÇÃO
·
Como tudo começou
·
Dominar ou cultivar a natureza?
·
Ecologia humana
·
No mundo inteiro as pessoas com felicidade
·
Passos seguros para ser feliz
·
A felicidade existe
·
Direitos de gente
·
Viver: o primeiro direito
·
Respeito
·
Liberdade
·
O valor e a força da oração
·
A missão de Jesus e o Reino
·
A família no plano de Deus
·
Jesus, modelo para a vida nova.
8º ANO – LÍNGUA PORTUGUESA
Ø
TEXTOS
·
Interpretação de texto
·
Produção de texto
·
Redação
Ø
ORTOGRAFIA
·
Sílaba
·
Acentuação
·
Pontuação
Ø
GRAMÁTICA
·
Substantivo
·
Artigo
·
Adjetivo
·
Numeral
·
Pronome
·
Verbo
·
Advérbio
·
Preposição
·
Conjunção
·
Interjeição
Ø
ANÁLISE
SINTÁTICA
·
Frase – Oração – Período
8º ANO – MATEMÁTICA
·
Orações com números relativos
·
Frações
·
Números decimais
·
Sistemas de medidas
·
Sistema monetário
·
Potenciação
·
Radiciação
·
Equações
·
Razão e Proporção
·
Regras de três
·
Juros
·
Geometria
·
Ângulos
8º ANO – CIÊNCIAS
Ø
CONSTRUÇÃO
DO ORGANISMO
·
Células e tecidos
Ø
FUNÇÕES
DE NUTRIÇÃO DO NOSSO ORGANISMO
·
Alimentos
·
Digestão
·
Respiração
·
Circulação
·
Defesas do corpo humano
·
Excreção
8º ANO – HISTÓRIA
·
As primeiras civilizações: egípcia,
mesopotâmica, palestinas, fenícia e persa.
·
A formação do povo grego
·
O período Arcaico
·
O período Clássico – séc. IV e V.
·
A cultura grega
·
Roma-Macedônia e transformações
·
Idade Média
·
As grandes navegações
8º ANO – GEOGRAFIA
·
Cartografia
·
Localização de lugares e orientação
·
Aspectos das regiões brasileiras
FORMAÇÃO DA IDENTIDADE DO POVO
A DINÂMICA POPULACIONAL
·
As atividades econômicas
·
As nações do mundo atual: Unidade e Diversidade
·
Mecanização da agricultura
·
Concentração populacional das cidades
·
Brasil diante das questões ambientais
·
Países ricos e pobres
·
Organização das Nações Unidas
·
Estado, País e Nação.
·
Sistemas Políticos
·
Ecologia e questões ambientais no Brasil
·
A globalização no Continente Americano e o Meio
Americano e o Meio Ambiente
·
O Continente Americano e Formações Montanhosas
9º ANO – PORTUGUÊS
Ø
Textos
·
Interpretação de textos
·
Produção de textos
·
Redação
Ø
Gramática contextualizada
·
Morfossintaxe: ordem dos nomes e doa verbos no
período
·
Palavras homônimas
·
Conjunções coordenativas – sentidos das orações
coordenadas
Ø
Figuras de Linguagem
·
Eufemismo
·
Metáfora
·
Personificação
·
Antítese
·
Metonímia
·
Hipérbole
·
Pleonasmo
Ø
Estruturação do período: A coordenação e a
subordinação das orações
Ø
Morfossintaxe: Substantivo / sentido das orações
subordinadas substantivas
Ø
Adjetivo / sentido das orações subordinas
adjetivas
Ø
Advérbio / sentido das orações subordinadas
adverbiais
9º ANO – MATEMÁTICA
·
Números reais
·
Potências
·
Cálculos algébricos
·
Polinômios
·
Sistema de Equação
GEOMETRIA
·
Ângulos
·
Polinômios
·
Triângulos
·
Quadriláteros
·
Circunferência e círculos
9º ANO – CIÊNCIAS
REPRODUZINDO A VIDA
Sistemas:
Reprodutor, Hormonal e Nervoso.
FUNÇÕES DE RELAÇÃO
·
Locomoção
·
Órgãos dos sentidos
·
Fonação
·
Conceitos básicos da Física
·
O estudo da Química
9º ANO – HISTÓRIA
·
A Expansão das Ideias Burguesas
·
Renascimento, Reforma e Contrarreforma
·
Absolutismo
·
Revoluções Industriais e Francesas
·
O Socialismo Científico
·
Anarquismo
·
O Capitalismo Monopolista
·
A Primeira Guerra Mundial
·
O Mundo Pós-Guerra
·
Guerra Fria e a Globalização
·
A Guerra no Mundo Atual
9º ANO – GEOGRAFIA
·
A organização do espaço
·
Divisão Internacional do Trabalho
·
Capitalismo
·
Socialismo e Comunismo
·
Aspectos do mundo desenvolvido e subdesenvolvido
– População
·
A Nova Ordem Mundial (bipolaridade)
·
População da Terra
·
Planejamento Familiar – População Mundial
·
Força do Trabalho e Desenvolvimento Econômico
·
Movimento Migratório e Imigratório
·
Multinacionais
·
Monopólios e Oligopólios
·
As tecnologias computacionais
8º e 9º ANOS -- LÍNGUA ESTRANGEIRA
·
Leitura
·
Escrita
·
Gramática: Substantivos, Adjetivos, Tempos
Verbais, Advérbios e Conectivos.
·
Curiosidades Culturais
·
Vocabulário
8º e 9º ANOS – ARTE E EDUCAÇÃO
·
Conceito de arte e sua importância
·
Tipos e linguagens da arte
·
Abstracionismo e cubismo
·
Formas livres
·
Leitura de imagens
·
Arte moderna no Brasil
·
Artistas e suas obras
·
As linguagens em destaques: Música, Teatro,
Dança e Cinema.
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Cores
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Desenho
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Letras e logotipo
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Artistas locais
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Artistas brasileiros
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Artistas plásticos cearenses
8º e 9º ANOS –– ENSINO RELIGIOSO
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Fé e política
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Trabalho
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Drogas
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Convivência e solidariedade
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História: Deus na história, Liderança, Missão e Responsabilidade.
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Igreja: As igrejas cristãs, Os símbolos
sagrados, Comunidades de fé e Minha opção religiosa.
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Destino da construção: Encontrar Deus... onde? Viver...
morrer... e depois?
·
Escritos sagrados: A escrita sagrada retrata a
vida, A Bíblia Sagrada e Mulheres nos escritos sagrados.
11. 4 AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM E DO PROJETO
A Avaliação da
Aprendizagem se faz a partir dos objetivos estabelecidos nos planos de cursos.
Na EJA semipresencial o
cursista submete-se a avaliação após estudo e orientação por área e disciplina,
devendo obter nota igual ou superior a seis (6,0).
Caso não atinja a nota
estabelecida, passará por um novo processo de estudo com o orientador de
aprendizagem e fará uma nova avaliação, porém se obtiver 5,5, fará uma
atividade complementar para completar a nota.
Na EJA presencial a
avaliação do rendimento escolar poderá ser feita por meio de provas escritas e
instrumentos alternativos como: atividades de pesquisas, oficinas, seminários,
relatórios com o acompanhamento do professor.
Será
promovido o aluno que obtiver média seis (6,0) no resultado final de todas as
notas obtidas.
A Avaliação do Projeto
deverá acontecer após o primeiro semestre trabalhado e ao final do segundo,
tendo como finalidade analisar os aspectos conseguidos alcançar completamente,
dentro dos objetivos estabelecidos e se não conseguimos, procurar detectar o
que não nos possibilitou a chegar de forma satisfatória a esses objetivos.
Nossa proposta de avaliação é utilizar a reflexão diante da metodologia e
estratégias utilizadas como fonte de referência, para possíveis acertos nos
semestres seguintes ou no ano.
Ficará registrada em Ata,
cada reflexão realizada de forma coletiva, pela equipe escolar.
11. 5 CERTIFICAÇÃO
Os certificados de
conclusão do Ensino Fundamental e Médio não profissionalizante para os cursos
semipresenciais e presenciais serão expedidos pelo próprio Núcleo de Educação
de Jovens e Adultos.
No curso presencial o
Núcleo certificará o aluno do 2º segmento que apresentar 75% de frequência e
demonstrar um desempenho satisfatório em cada disciplina do currículo,
alcançando média final seis (6,0), exigida como aprovação.
No curso semipresencial para
o Ensino Fundamental e Médio este Núcleo de Educação certificará o aluno que
obtiver um desempenho satisfatório em cada disciplina do currículo, alcançando
média final 6.0 (seis), exigida para aprovação.
11. 6 APOSTILAS E LIVROS ADOTADOS
O material didático da
Educação de Jovens e Adultos deverá conter técnicas que enfatizem a capacidade
de: ler para aprender, de aprender para aprender e as solução de problemas.
Entre outras citamos:
Para
o primeiro e segundo segmentos são utilizados livros didáticos adotados pela
Secretaria Municipal de Educação;
Para o primeiro segmento (1º AO 5º ANO):
EDITORA GLOBAL
ü Coleção
Viver e Aprender vol. Único/Alfabetização;
ü Coleção
Viver e Aprender vol.1, Multidisciplinar (1º ao 5º ano);
ü Coleção
Viver e Aprender vol.2, Multidisciplinar (4º e 5º ano);
Para o segundo segmento (6º ao 9º ano):
EDITORA IBEP
ü Coleção
Tempo de Aprender, volume 1, multidisciplinar, 6º ano;
ü Coleção
Tempo de Aprender, volume 2, multidisciplinar, 7º ano;
ü Coleção
Tempo de Aprender, volume 3, multidisciplinar, 8º ano;
ü Coleção
Tempo de Aprender, volume 4, multidisciplinar, 9º ano;
Coleção Nosso Mundo – volumes 1, 2, 3 e 4.
Editora Didática
Paulista
ü Dicionários
de Português e Inglês
ü Material
suplementar – livros e textos
ü Vídeos
educativos
ü Material
concreto
Para o Fundamental e Médio do ensino semipresencial:
ü APOSTILAS
DO CETEB – Centro de Ensino Tecnológico de Brasília.
Unidade da Fundação
Brasileira de Educação FUBRAE
Bibliografia de Ensino Religioso:
ü Coleção de 5ª a 8ª séries – Expressões
do Sagrado na Humanidade
Maria Inês Carniato – 2ª
Ed. 2003 – Paulinas
ü Coleção de 5ª a 8ª séries – Alegria
de Viver
Maria Izabel de Oliveira
Tongu – 1998 – Editora Moderna
ü Coleção de 5ª a 8ª séries –
Descobrindo Caminhos
Therezinha M. L. da Cruz
– 2002 – Editora FTD
12. MATRICULA – 2013
INFORMAÇÕES
DO ANO 2013
|
NÍVEL OU MODALIDADE DE ENSINO
|
|||||||
ENSINO
FUNDAMENTAL PRESENCIAL
|
MODULAR
COM PRESENÇA FLEXÍVEL
|
|||||||
1º SEGMENTO
|
2º
SEGMENTO
|
FUND.
|
MÉDIO
|
|||||
EJA
I
|
EJA II
|
EJA III
|
EJA IV
|
|||||
*Total de alunos matriculados
|
49
|
62
|
40
|
72
|
18
|
65
|
||
*Total de alunos/turno
|
||||||||
Manhã
|
----
|
----
|
----
|
----
|
----
|
23
|
||
Tarde
|
----
|
----
|
----
|
----
|
----
|
22
|
||
Noite
|
----
|
----
|
----
|
---
|
----
|
20
|
||
TOTAL GERAL: 306 ALUNOS
13. TAXA DE
APROVAÇÃO/ REPROVAÇÃO/ REPROVAÇÃO E ABANDONO.
2010
APROVAÇÃO
|
103,09%
|
REPROVAÇÃO
|
3,88%
|
ABANDONO
|
53,23%
|
2011
APROVAÇÃO
|
95,3%
|
REPROVAÇÃO
|
4,6%
|
ABANDONO
|
9,1%
|
2012
APROVAÇÃO
|
116,3%
|
REPROVAÇÃO
|
0,77%
|
ABANDONO
|
82,93%
|
Projeto elaborado pelos professores e
Núcleo Gestor do Núcleo de Educação de Jovens e Adultos – Francisco Ribeiro da
Costa.
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